A dor de perder quem se ama
A dor não passa.
O primeiro dia parece que não acreditamos
Não entendemos.
E não achamos ser capaz de suportar.
Doí.
Doí o coração, a alma,
As lágrimas rolam sem parar
Vêm as perguntas constantes para que?
Volta-se a memória, o filme não para de passar
Queria modificar para hoje ainda ter o amor por aqui.
Doi.
Os dias chegam, as noites se vão
O vazio fica.
A saudade é muita
Vem a necessidade física de cheirar, de tocar, de abraçar
E se fazer concreto esse amor perdido
É atormentador, vêm sentimentos, desejos,
Parece que o coração domina a mente
E não se pensa, só sente
Sente só, sente abandono
Sente feliz por ter amado
Sente-se enganado, um tolo por ter sido abandonado
Sente-se raiva, como amor foi deixado para trás?
E o que viveu parece uma mentira! Só pode ser.
Se fosse real tudo que sentia não teria sido jogado fora.
O amor não traz o amor?
Parece ser imaginário.
Uma dor tão profunda, que mesmo na alegria
A dor está presente.
A de amar e perder
E não ter não mais a quem amar
A não ser você
Você e só você para buscar
Talvez um novo amor
Não como esse
Jamais.
Um amor que se faz em muitos amores
Amores e prazeres, que fragmentam
E se juntam e constroem
A esperança desse amor doído
Ser um dia um amor adormecido.
Existiu, amou e se foi....
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